Sete exercícios de mobilidade, estabilização e recovery, aplicados num paciente de verdade, na ordem em que foram aplicados, cada um explicado por quem conduziu.
É uma sessão real, com paciente real, do jeito que ela acontece na clínica toda semana. Sem corte de conveniência e sem exercício escolhido porque fica bonito na câmera.
A maior parte do material de fisioterapia que circula mostra exercício isolado, executado por um modelo, fora de contexto. Você aprende o movimento e continua sem saber quando usar.
Aqui cada exercício vem com o motivo de estar ali: objetivo, execução, o erro que mais aparece e o critério para saber que está dando certo.
A sequência responde a uma regra simples. Um corpo que não tem amplitude não aprende a estabilizar, então mobilidade vem primeiro. Com amplitude disponível, ensina-se o controle. O recovery fecha, porque no começo ele só adiaria o trabalho de verdade.
Oitenta por cento da sessão é movimento ativo. O resto é apoio, e apoio não é tratamento.
A terceira é a mais forte do conjunto. É onde aparece o argumento central da clínica dito com mecanismo: core fraco, pelve anteriorizada, dor lombar.
Fundador da Fullmotion RJ, com duas unidades no Rio. Fisioterapia do futsal do Vasco em 2023 e 2024, e a Fullmotion é responsável hoje pela fisioterapia do futsal do Botafogo.
Equipe Fullmotion RJ. É ele quem aplica e explica os sete exercícios, do início ao fim. Sessão registrada em 25 de maio de 2026.
O paciente que aparece autorizou o uso de imagem por termo específico, conforme a Resolução COFFITO 532/2021.
Você não vai ver a avaliação que definiu estes sete exercícios. Vai ver a sessão que saiu dela.
Isso importa porque os mesmos sete exercícios, em outro paciente, podem estar certos ou podem ser perda de tempo. O que decide é o que foi medido antes, e medir é outro assunto.
Se o que te interessa é esse outro lado, o do critério e da progressão, ele é o assunto da Formação em Pliometria e Potência, que tem uma avaliação real destrinchada do início ao fim.